Caminhos partilhados

Posted on January 29th, 2008 in Bicicleta...,Margem Norte,Margem Sul by Frederico

Hoje tive 2 encontros imediatos!

No primeiro só vi pelas costas o ciclista que me ultrapassou… – ainda na saída de Corroios em direcção ao Fogueteiro, foi de um homem (pelo menos assim parecia pela silhueta) numa bicicleta de estrada e totalmente equipado, levava uma mochila (camelback ?) e fiquei na dúvida se seria alguém a ir para o trabalho! Se assim foi, é um dos felizardos que tem condições para guardar roupa e puder trocá-la sem problemas. Mas penso que fosse alguém no seu treino…

Já no outro lado do rio, em Linda-a-Velha perto do final da minha ascensão para Carnaxide cruzei-me (em sentido contrário) com uma míuda que provavelmente ia para / vinha da escola. Gostei de ver que ia na estrada e não no passeio…
Ainda lhe acenei (podemos portanto dizer qu já), tal como costumo fazer sempre que me cruzo com outro ciclista, não consegui foi reparar na sua reacção, pois tinha um cruzamento logo a seguir e a atenção era necessária à frente!

Para além disso ainda me cruzei com um grupinho de 4 senhores já com alguma idade que davam o seu passeio junto ao rio, iam pelo passeio perto do padrão dos descobrimentos.
Avistamentos destes acontecem quase sempre que por ali passo, pois a margem do rio é um ponto de lazer por excelência.

Ciclovias? Não quero que me aconteça isto:

Posted on January 22nd, 2008 in Bicicleta...,Blogroll by Frederico

Engraçado como a senhora reconhece que ir na ciclovia é perigoso:

Cuando el ciclista va por una ciclovía se siente protegido y eso es un tremendo riesgo…

Mas no entanto continua a pedir mais !!!
Como é que esta senhora ainda não percebeu que as ciclovias só servem para dar um falso sentimento de segurança enquanto aumentam as hipóteses de ter um acidente num cruzamento (que são os mais frequentes e perigosos)?

Dirigente de Bicicultura fue atropellada en ciclovía

Amarilis Horta, en la foto tras el accidente.
Amarilis Horta, en la foto tras el accidente.
Amarilis Horta hizo un llamado al Gobierno para que construya una franja de cemento en todas las calles por donde transitan ciclistas y se instalen guarderías en distintas zonas de la capital.

La directora del Festival de Bicicultura y presidenta del Centro de Bicicultura, Amarilis Horta Tricallotis, conocida entre los usuarios de este medio de transporte por su incesante trabajo en favor de la promoción y el uso seguro de la bicicleta en Santiago, fue embestida ayer por un vehículo que posteriormente se dio a la fuga. Eso, pese a transitar por una ciclovía.

Al llegar a la esquina de Santa Isabel con Portugal, el automóvil que esperaba la luz verde en paralelo a la ciclovía, se puso en marcha y viró a la derecha impactando a baja velocidad a la ciclista que, en ese momento, hacía uso de luz verde para proseguir su destino en dirección al oriente de la ciudad. “Cuando vi que el auto se aproximaba hacia mí, alcancé a hacer un giro y afortunadamente sólo me agarró la pierna izquierda, aunque la bicicleta quedó destruida”.

Horta- quien de inmediato fue trasladada hasta la Posta Central- tuvo suerte. Quedó con lesiones leves y la pierna izquierda enyesada. Sabe que no la cuenta otra vez, por eso pone la voz de alerta en la inseguridad que hoy tienen estas vías. “Cuando el ciclista va por una ciclovía se siente protegido y eso es un tremendo riesgo, ya que los automovilistas no tienen respeto hacia nosotros”, señala.

La paradoja es que al momento de ocurrir el accidente, la dirigente regresaba de una reunión entre los Ciclistas Unidos de Chile y la jefe de gabinete del nuevo intendente, como parte de la labor que las agrupaciones de ciclistas de Santiago desarrollan ante las autoridades por conseguir el reconocimiento de este medio de transporte y la implementación de políticas públicas que fomenten su uso seguro y cómodo en todo el país.

Por lo mismo, Horta hizo un llamado al Gobierno para que construya una franja de cemento en todas las calles por donde transitan ciclistas y se instalen guarderías en distintas zonas de la capital.

O facto de ter ou não separadores de cimento como ela pede não vai resolver nada, pois nos cruzamentos nunca poderão existir esses separadores…
Podem ver isso com bonecos e tudo na Ciudad Ciclista!

Ciclovias? Não obrigado!

Posted on January 18th, 2008 in Bicicleta... by Frederico

Quem acompanhe este blog, ou quaisquer outras intervenções minhas (fóruns, vida real, etc) acerca do tema ciclovias, sabe que eu sou um grande defensor do ciclismo veícular e portanto um opositor das ciclovias (ciclopistas, pistas cicláveis, etc.) principalmente no que toca ao interior das localidades!

Ecopistas como as que vão sendo construídas nos ramais de comboio desactivados – como a ecopista do rio Minho – ou ciclovias como a que liga Cascais ao Guincho, são casos diferentes (e portanto os seus (de)méritos estão fora desta discussão), quer pela sua função (principalmente lazer), quer pela quase completa inexistência de cruzamentos!

Não digo que não haja casos em que a existência de uma ciclovia traga mais vantagens que desvantagens, mas na maior parte dos casos não existe justificação suficiente para a segregação das bicicletas.

Começando então a explicar a minha posição, vou começar por falar da segurança dos ciclistas, visto ser esta a justificação que mais vezes é apontada para a criação de ciclovias, redes cicláveis, etc.; pois é necessário que os ciclistas circulem em vias segregadas para evitar que sejam atingidos por um automóvel vindo por trás (segundo os defensores das ciclovias – na maioria das vezes pessoas que nem sequer andam de bicicleta)!

Existem diversos estudos, estatísticas de diversos países, estados ou cidades (excepto de Portugal, infelizmente) que com pequenas variações dizem o seguinte: a maior parte dos acidentes que envolvem uma bicicleta e um veículo motorizado acontecem nos cruzamentos e não nos trechos entre estes:

Se quisermos categorizar os acidentes, temos a seguinte lista:

Bike Statistics
Retirado de How to Ride in Boston Traffic – Or Anywhere
De todos os acidentes sérios:

  • 18% – Colisões automóvel-bicicleta
  • 50% – Ciclista segue sozinho

Os restantes são colisões com outros ciclistas, peões e cães.

Colisões automóvel-bicicleta:

  • 0,5% – Colisões por trás
  • 4% – Ciclistas guinam para o caminho do carro
  • 12% – Carro vira à direita a partir da faixa da esquerda
  • 12% – Carro vindo no sentido contrário vira à esquerda
  • 14% – Ciclista circula em sentido contrário

95% das colisões automóvel-bicicleta ocorrem nos cruzamentos

O grande problema com as ciclovias é que servem para evitar os acidentes que ocorrem nos trechos entre cruzamentos (como vimos são números muito pequenos) e potenciam os acidentes nos cruzamentos que para além de serem os que mais vezes acontecem, são também os mais perigosos!
Isto acontece, porque o próprio desenho das ciclovias faz com que nos cruzamentos o ciclista apareça fora do local para onde os condutores de outros veículos estão a olhar!

Para que a constatação deste facto – ciclovias aumentam o número de acidentes nos cruzamentos – não fique simplesmente pelo óbvio, deixo aqui um quadro retirado de um estudo efectuado em Copenhaga baseado em valores antes e depois da introdução de ciclovias em algumas ruas:

Como é possível ver, as ciclovias realmente servem para diminuir as colisões por trás (que são uma muito pequena percentagem das colisões que existem) mas, e este é um GRANDE MAS, aumentam e muito (nomeadamente quando o automóvel vira à direita à frente do ciclista) aqueles que acontecem nos cruzamentos – os que mais acontecem e que mais graves são!

Regresso a casa – com chuva

Posted on January 16th, 2008 in Bicicleta...,Intermodalidade,Lisboa,Margem Norte,Margem Sul by Frederico

Como castigo por ter estado tanto tempo sem levar a bina para o trabalho, quando saí estava a chover – e de manhã estava sol, pelo que nada de impermeável, só mesmo o meu corta vento!

Para juntar mais uma, à hora que saí já não consegui-a apanhar o barco e teria que ficar quase uma hora à seca…
Resolvi aproveitar que já estava fora da hora de ponta e ir de comboio, pelo que em vez de descer para Algés e Belém, subi para a Reboleira! Depois comboio da CP até Lisboa e finalmente o comboio da Fertagus para Corroios.

O percurso que fiz foi este:

Saí do trabalho eram 20:26 e cheguei a casa pelas 22:10.
Tive tempos de espera pelos comboios e ainda em Carnaxide parei um pouco para ver se a chuva parava, o que felizmente aconteceu.

O computador registou:
Tempo: 35’14″
Distância: 8,13 km
Máximo: 46,6 km/h

O que me deu um total de 23,7km feitos ontem (num dia normal seriam cerca de 32km), ao fim e ao cabo foi o percurso na margem sul que não foi feito (apanhei boleia do quim).

De bina para o trabalho

Posted on January 15th, 2008 in Bicicleta...,Intermodalidade,Lisboa,Margem Norte,Margem Sul by Frederico

Pois, depois de umas semanas de folga lá regressei eu à utilização da bicicleta nas minhas deslocações pendulares.
O quentinho dos lençois, associados aos dias mais ‘frescos’ e molhados por que passámos e a ‘mãe de todos os vícios’ juntos têm muito peso ;)

Como já não é propriamente novidade, o meu percurso é composto de duas partes (8 e 7,5km) separadas pelo Tejo que tenho que atravessar de barco.
O total foi de 15,58km feitos em pouco menos de 55 minutos dá uma média de 17km/h; mas saí de casa eram 8:37 e cheguei ao trabalho às 10:09 (para além do tempo extra da travessia do Tejo, fiz um desvio pelo Pingo Doce de Algés para comprar pilhas – no regresso vou de noite).

Primeira Volta do ano

Posted on January 15th, 2008 in Bicicleta...,Margem Sul by Frederico

Eu sei, ficar 11 dias sem andar de bina é muita preguiça junta…
Não batam mais no ceguinho, sorry!

Mas aqui fica a minha primeira volta do ano com a bina da Maria:

Manifestação/Protesto Contra acidentes de transito que envolvem os ciclistas nas estradas portuguesas

Posted on January 11th, 2008 in Bicicleta...,Lisboa,Margem Norte by Frederico

Vi no Cenas a Pedal e não posso deixar de me associar.

Dia 20 de Janeiro (domingo), um passeio / manifestação / protesto pacífico para mostrar a indignação dos ciclistas profissionais e amadores pela falta de civismo e de responsabilidade (e responsabilização?) dos condutores de veículos automóveis nas estradas do país. Participação livre, iniciativa por parte de um cidadão (nenhuma entidade organiza).

O percurso sugerido é o seguinte:
Inicio 11h30 no Parque das Nações (debaixo da Pala do Pavilhão de Portugal)
Alameda dos Oceanos
Rua Cintura do Porto
Av. Infante D. Henrique
Praça do Comércio
Rossio
Restauradores
Av. Da Liberdade
Marquês de Pombal
Av. Fontes Pereira de Melo
Saldanha
Percurso inverso até à Praça do Comércio onde termina a iniciativa

Distância aproximada de 15 Km
Duração aproximada de 45min-1h
Velocidade média estimada dos participantes 15-20 Km/h

Citando (ver discussão no Fórum BTT):

Exma. Senhora Governadora Civil de Lisboa,

No passado dia 6 de Janeiro de 2008 tomei a iniciativa pessoal, de promover um passeio/protesto/manifestação de bicicleta na marginal de Cascais, que contou com o apoio da respectiva Câmara e da PSP. A iniciativa teve cobertura pelos órgãos de comunicação social nomeadamente pela TVI, Jornal de Noticias, Correio da Manhã, Agência Lusa entre outros.

O objectivo desta iniciativa que agora pretendemos estender à cidade de Lisboa no próximo dia 20 de Janeiro de 2008 às 11h30, tem como objectivo expressar de uma forma pacífica a nossa indignação contra o recorrente número de acidentes que envolvem as viaturas que circulam de forma irresponsável e impune pelas nossas estradas, e os ciclistas quer de lazer, quer de alta competição que exercem o seu direito de ir e vir em segurança nas estradas, e de sensibilizar os motoristas.

Abaixo transcrevo na íntegra a notícia que saiu no Jornal de Noticias e que explica o motivo e origem da iniciativa;

Cerca de cem pessoas, incluindo atletas de alta competição, participaram ontem, na Avenida Marginal de Cascais, num passeio de bicicleta destinado a reivindicar o “direito à estrada” dos ciclistas, vítimas frequentes de atropelamentos. Apoiado pela Federação Triatlo de Portugal e pela Câmara, o “Encontro pela Segurança” foi a forma encontrada por Paulo Passos Leite, munícipe e praticante da modalidade, de mostrar a “indignação” de profissionais e amadores pelo acidente que deixou Marcelino Nunes em coma. O triatleta do Clube de Futebol Andorinha foi atropelado no passado dia 1 de Dezembro, durante um treino de ciclismo em Santana, na Madeira.

“O atropelamento deveu-se, como quase sempre, à falta de respeito e civismo e foi isso que me motivou a fazer este protesto. Não tinha expectativas em relação ao número de participantes, mas temos sempre esperança que cause algum impacto junto do público”, afirmou Paulo Leite durante a concentração, junto ao recinto da Feira de Carcavelos.

À voz de Paulo Leite juntaram-se, entre outras, as de Sérgio Marques, atleta de referência no triatlo de longa distância a nível nacional e internacional, Anais Moniz, campeã mundial de triatlo júnior em 2006, e Sónia Lopes, vencedora de diversas maratonas de BTT, que trocou os treinos na Marginal pelas estradas da Arrábida após “vários sustos”.

Em 2006, na véspera da uma competição nacional, a atleta foi atropelada por uma viatura conduzida por um ex-ciclista. “A Marginal é um dos melhores locais para treinar, porque o nosso treino exige ‘fazer estrada’, mas é também muito perigoso. Os carros circulam em excesso de velocidade e passam os sinais vermelhos”, explicou à Lusa após o passeio, que durou cerca de uma hora.

Mais informamos V. Exa., que a iniciativa que pretendemos levar a cabo no próximo dia 20 de Janeiro em Lisboa, será acompanhada em simultâneo por outra iniciativa na Madeira, e que esperamos seja seguida por iniciativas semelhantes em todo o País.

A bicicleta é hoje em dia no mundo inteiro não só um “instrumento” de lazer e exercício físico, mas um meio de transporte cujos benefícios do ponto de vista de saúde, transito e poluição para os cidadãos e cidade são por demais evidentes.

Em função dos e-mails recebidos a propósito da iniciativa e palavras de encorajamento para dar continuidade, estimo a presença de cerca de 500 participantes, de todas as faixas etárias.

Face ao exposto, solicitamos o apoio de V. Exa., à iniciativa e aproveitamos a oportunidade para estender o convite a V. Exa., de se juntar ao passeio/protesto/manifestação de bicicleta.

Segue em anexo o trajecto que pretendemos fazer numa duração prevista de cerca de 1 hora.

Para qualquer esclarecimento ou informação adicional, estou ao inteiro dispor de V. Exa., através dos seguintes contactos:

Telemóvel: 963 855 805
Tel/fax: 21 296 0908
E-mail: pauloleite70@hotmail.com

Com os melhores cumprimentos.
Paulo Passos Leite

Saudades do Futuro

Posted on January 10th, 2008 in Bicicleta...,Fotografia by Frederico

Guia Todo Dia

Posted on January 8th, 2008 in Bicicleta...,Blogroll,Fotografia by Frederico

A Transporte Ativo adaptou mais um cartaz:



Guia Todo Dia, originally uploaded by FBruno.

Cascais: 100 ciclistas pedalam pelo «direito à estrada»

Posted on January 7th, 2008 in Bicicleta...,Margem Norte by Frederico

Lido no Diário Digital :
(os destaques são meus)

Cascais: 100 ciclistas pedalam pelo «direito à estrada»
Cerca de cem pessoas, incluindo atletas de alta competição, participaram hoje, na Avenida Marginal de Cascais, num passeio de bicicleta destinado a reivindicar o «direito à estrada» dos ciclistas, vítimas frequentes de atropelamentos.

Apoiada pela Federação Triatlo de Portugal e pela Câmara Municipal de Cascais, a realização do «Encontro pela Segurança» foi a forma encontrada por Paulo Passos Leite, munícipe e praticante da modalidade, para mostrar a «indignação» de profissionais e amadores pelo acidente que deixou Marcelino Nunes em coma.

O triatleta do Clube de Futebol Andorinha foi atropelado a 01 de Dezembro passado, durante um treino de ciclismo em Santana, na ilha da Madeira, e ainda está hospitalizado, desconhecendo-se que sequelas poderá vir a sofrer.

«O atropelamento deveu-se, como quase sempre, à falta de respeito e civismo e foi isso que me motivou a fazer este protesto. Não tinha expectativas concretas em relação ao número de participantes, mas temos sempre esperança que cause algum impacto junto do público», afirmou Paulo Leite durante a concentração inicial dos participantes, junto ao recinto da Feira de Carcavelos.

Para o impulsionador da iniciativa, de participação livre, a solução para os «frequentes» atropelamentos de ciclistas nas estradas deve incluir uma maior punição dos automobilistas, mas passa, em primeiro lugar, pela consciencialização de que «as bicicletas têm direito à estrada».

À voz de Paulo Leite juntaram-se, entre outras, as de Sérgio Marques, atleta de referência no triatlo de longa distância a nível nacional e internacional, Anais Moniz, campeã mundial de triatlo júnior em 2006, e Sónia Lopes, vencedora de diversas maratonas de BTT, que trocou os treinos na Avenida Marginal pelas corridas nas estradas da Arrábida depois de «vários sustos».

Em 2006, na véspera da uma competição nacional, a atleta foi atropelada por uma viatura conduzida por um ex-ciclista e viu-se obrigada a desistir da prova, tendo estado também envolvida em outros incidentes que poderiam ter originado lesões graves.

«A Marginal é um dos locais mais críticos. É um dos melhores para treinar, porque o nosso treino exige ‘fazer estrada’ para ganhar resistência, mas é também muito perigoso, porque muitos carros circulam em excesso de velocidade e passam os sinais vermelhos», explicou à Lusa após o passeio, que durou cerca de uma hora.

«Na Arrábida não se conduz a tanta velocidade, mas sempre que estou na bicicleta ando com medo», lamentou.
Sónia Lopes apelou ainda para a necessidade de serem realizados mais eventos semelhantes ao «Encontro pela Segurança», de preferência mais «agressivos», com mais publicidade e que não se limitem à organização de passeios em família, que contam já com as ciclovias.

«O que precisamos é de mudar mentalidades. É difícil, muito difícil, mas é possível», afirmou.

Diário Digital / Lusa

06-01-2008 14:29:00

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